CARROS ELÉTRICOS. INTERESSES EM DISPUTA. OUTRA ENERGIA PARA O BRASIL
00 / QUEM DECIDE O FUTURO?

Carros elétricos.
Quem está
puxando o freio?

O Brasil pode reduzir a poluição e o gasto para rodar. Mas impostos, incentivos e pressão da indústria ajudam a definir quem terá acesso a essa mudança. É uma disputa que afeta a sua vida.

Percorra os dados e as decisões que definem essa transição.
01 / O QUE RESPIRAMOS

O que sai do carro
entra na vida
de todo mundo.

Queimar combustível libera gases que aquecem o planeta e poluentes que prejudicam a saúde. Os impactos vão além de quem está ao volante.

Reduzir a poluição do transporte é uma questão de clima e de qualidade de vida nas cidades.

Poluição do ar e saúde · OMS ↗
02 / DO TANQUE À RECARGA

A mesma viagem.
Outra energia.

No carro 100% elétrico, uma bateria fornece energia ao motor. Ele não queima combustível para se mover e não emite gases pelo escapamento.

Fabricar o carro e gerar a eletricidade também têm impactos. Por isso, a comparação ambiental considera a vida do veículo.

Entenda as emissões e a bateria ↓
03 / UMA VANTAGEM BRASILEIRA

Na tomada,
o Brasil tem
uma vantagem.

86,8%

da eletricidade disponível no país veio de fontes renováveis em 2025. Essa energia ajuda a ampliar o benefício ambiental dos elétricos no Brasil.

EPE · Anuário de Energia Elétrica 2026 ↗
04 / A ROTINA DE QUEM DIRIGE

E para rodar,
quanto custa?

O gasto com eletricidade pode ser menor que o gasto com combustível. A diferença depende do veículo, dos quilômetros rodados e do preço da recarga.

Para quem dirige todos os dias ou trabalha ao volante, vale colocar os próprios números no papel.

Compare no simulador ↓
05 / QUEM ESCREVE AS REGRAS?

As regras
não são neutras.

Montadoras apresentam suas demandas ao governo. Tarifas, tributos e incentivos podem proteger investimentos, mas também precisam entregar acesso, emprego e redução de emissões. Quem cobra essas contrapartidas?

Veja os interesses em disputa ↓
00 / 05
O COMEÇO
Visualização simbólica · CO₂ é invisível; a fumaça representa emissões
A DISPUTA ESTÁ NOS DOCUMENTOSQUEM PEDE. QUEM DECIDE. QUEM PAGA.

A indústria faz lobby.
E o interesse público?

Lobby é a atuação organizada para influenciar decisões públicas. No setor automotivo, essa influência aparece em audiências, pedidos de tarifas e programas de incentivo. Conhecer os documentos permite cobrar o governo com precisão.

01 / TARIFAS E MERCADO

Uma demanda da indústria vira decisão de governo.

O próprio MDIC informa que a antecipação da tarifa de importação atendeu parcialmente a um pleito da Anfavea. A medida descrita leva veículos eletrificados desmontados (CKD) a 35% em janeiro de 2027, antes do prazo anterior de julho de 2028.

O governo cita investimentos e fortalecimento da cadeia nacional; a decisão também concedeu cotas temporárias de importação com tarifa zero. Proteger a indústria exige uma pergunta: quais metas de preço, emprego e emissões a população recebe em troca?

Leia a decisão publicada pelo MDIC ↗
02 / O “IMPOSTO DO PECADO”

A bateria entrou no argumento. E a vida inteira do carro?

Na audiência da Câmara de 24 de junho de 2024, Margarete Gandini, diretora do MDIC, pediu a inclusão dos elétricos no Imposto Seletivo e defendeu contabilizar a pegada de carbono das baterias.

A produção de baterias e a mineração têm impactos reais. A comparação precisa incluir também combustível, eletricidade e uso do veículo. A campanha cobra critérios ambientais completos e transparentes.

Na mesma audiência, a Anfavea foi contrária ao Seletivo sobre automóveis em geral. A LC 214 prevê critérios para graduar as alíquotas: estar sujeito ao imposto não significa pagar a mesma taxa.

03 / PESQUISA E DEBATE PÚBLICO

O estudo mede o quê? E quem participa dele?

Uma pesquisa de FGVces e FEM/Unicamp, contratada e financiada pela Fundep, analisa principalmente a fabricação. AEA e Anfavea participaram como parceiras e no comitê consultivo. O projeto recebeu cerca de R$ 6,5 milhões em um programa ligado a benefícios tributários.

O resultado da fabricação, isolado, não responde qual carro emite menos durante a vida. O próprio relatório traz um anexo exploratório de uso em que a comparação muda conforme os veículos rodam.

A relação com a indústria merece transparência. A crítica ao uso público de um recorte precisa respeitar o que os autores efetivamente calcularam.

Explore os dados e o financiamento da pesquisa ↓
O QUE A CAMPANHA COBRA

Incentivo público precisa mostrar quem ganha e o que a população recebe em troca.

Transforme a cobrança em apoio ↗
01 / O PREÇO DA RECARGAEM CASA E NA RUA, A CONTA É DIFERENTE.

Em casa ou na rua?
A conta muda.

Escolha um estado, consulte as referências e compare os custos da sua rotina. O preço da conta de luz e o serviço de recarga pública são coisas diferentes.

Uma referência ajuda a começar. Para chegar mais perto do que você paga, ajuste os valores da sua fatura e do ponto de recarga.

SP
Carregando o mapa dos estados…
Com referência residencialSelecionado

Selecione pelo mapa ou pela lista de estados.

Contornos simplificados: IBGE. O mapa mostra a cobertura das referências, não um ranking de preços.

REFERÊNCIAS PARA

São Paulo

Carregando fontes e períodos das referências…

Recarga na rua

EXEMPLO DE OPERADOR

—

Confira o preço no ponto de recarga

Como ler esta referência

AC é recarga em corrente alternada; DC é corrente contínua, normalmente usada em recarga rápida. Preços podem mudar; confira também estacionamento e ociosidade.

AGORA, COLOQUE A SUA ROTINA NA CONTA

O mesmo percurso.
Três cenários.

Os preços identificados acima entram como ponto de partida. Todos os campos podem ser ajustados. Gasolina, distância, consumo e sessões começam com hipóteses ilustrativas.

1.000 km
100 km6.000 km
01 Na gasolina
02 Em casa

Informe o valor final do kWh, com tributos e bandeiras aplicáveis. Não use somente a tarifa-base.

03 Na rua

Confira o valor e as taxas do operador.

Inclua estacionamento ou ociosidade se incidirem no seu uso. O zero inicial neste campo é uma hipótese editável.

Ajustar consumo elétrico e perdas

O consumo inicial é ilustrativo. Perdas em 0% pressupõem que ele já mede a energia retirada da tomada. Se o seu dado mede energia da bateria, ajuste as perdas; não conte a mesma perda duas vezes.

ESTIMATIVA MENSAL · MESMA DISTÂNCIA150 kWh/mês
NA GASOLINAR$ 516,67

Combustível para o percurso informado.

EM CASA—

Informe o preço final do kWh da sua conta.

Energia para rodar, com o preço do kWh informado.
NA RUA—

Informe o preço do ponto.

Energia, sessões e outros custos que você informou.

A tarifa-base do mapa serve para conhecer a referência regulada. Para comparar a recarga residencial, informe o preço final do kWh da sua fatura.

E QUEM JÁ TEM PLACA SOLAR?

A compra extra da rede
pode ser muito baixa.

Quando há geração própria já disponível e a recarga acontece durante essa geração, a compra adicional de energia da rede pode cair muito. O sistema continua tendo investimento, manutenção e possíveis cobranças da rede. Compensar créditos depois é diferente de consumir a energia solar na hora.

Entenda as regras de geração própria · ANEEL ↗

Esta comparação estima energia e custos de recarga informados. Não é o custo total de ter um veículo: compra, financiamento, seguro, tributos do veículo, manutenção e depreciação também importam. Referências residenciais, exemplos de operadores e hipóteses de cálculo são identificados separadamente.

02 / O QUE PRECISA MUDARAS PRIORIDADES DA CAMPANHA.

Uma transição com
acesso e
interesse público.

A eletrificação depende de mais do que uma escolha individual. Governo, Congresso e setor automotivo influenciam o preço dos veículos, a rede de recarga e o ritmo dessa mudança. Estas são as prioridades que defendemos.

01 / ACESSO

Veículos e crédito mais acessíveis.

Incentivos que ampliem o acesso e considerem a realidade de quem depende do veículo para trabalhar. A transição precisa alcançar mais pessoas e faixas de renda.

02 / RECARGA

Recarga onde as pessoas precisam.

Uma rede confiável em cidades, estradas e locais de trabalho, com preços claros e alternativas para quem não pode recarregar em casa.

03 / REGRAS PÚBLICAS

Incentivos ligados a menos emissões.

Tributos e políticas industriais com critérios transparentes, que considerem os impactos da fabricação e do uso dos veículos. O benefício ambiental precisa orientar as decisões.

04 / A CIDADE TODA

Ônibus e frotas também entram.

Acelerar a eletrificação do transporte coletivo e das frotas, junto com melhorias no transporte público, nos deslocamentos a pé e de bicicleta.

É nessas decisões que vale prestar atenção.

A reforma tributária define regras de cobrança; o Mover orienta incentivos à indústria. Acompanhar esses temas ajuda a perguntar quem será beneficiado e quais impactos estão sendo considerados.

Prioridades propostas pela #EletrificaçãoJá. Os links levam a páginas oficiais para consultar as regras e a tramitação atualizadas.

ABAIXO-ASSINADO · #ELETRIFICAÇÃOJÁSEU APOIO VIRA UMA DEMANDA PÚBLICA.
AO GOVERNO FEDERAL E AO CONGRESSO NACIONAL

A eletrificação
precisa chegar
a mais gente.

Pedimos políticas públicas que acelerem a eletrificação da frota brasileira, reduzam as emissões do transporte e ampliem o acesso à mobilidade menos poluente.

  1. Mais acesso: veículos e financiamento que considerem a realidade de quem precisa se deslocar e trabalhar.
  2. Recarga disponível: infraestrutura confiável em cidades, estradas e locais de trabalho, com alternativas para quem não recarrega em casa.
  3. Menos emissões: metas e incentivos com critérios transparentes, considerando a fabricação e o uso dos veículos.
  4. Transparência e contrapartidas: divulgação dos interesses que influenciam as decisões e metas verificáveis de acesso, emprego e descarbonização para os incentivos à indústria.
  5. Transporte coletivo: eletrificação de ônibus e frotas, junto com melhorias no transporte público e na mobilidade ativa.

Os apoios serão reunidos pela INDICA e apresentados a legisladores e responsáveis pelas políticas públicas, junto com os materiais e os resultados da campanha. A lista de nomes não será publicada neste site.

—carregando apoios registrados
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Assine pela mudança.

O apoio é gratuito. Não é preciso criar uma conta.

Usado para evitar apoios duplicados, por meio de um código protegido. O endereço só será guardado para contato se você autorizar o recebimento de materiais na opção abaixo. Seu e-mail não será divulgado.

O contador mostra apoios registrados, sem exposição de nomes ou e-mails. O registro não equivale a uma assinatura digital certificada.

Como seus dados são usados

Responsável: INDICA, responsável pela campanha e pela coleta dos apoios. Contato: indica.osc@gmail.com.

O nome e a localização opcional são usados para organizar o abaixo-assinado e apresentá-lo a legisladores e responsáveis pelas políticas públicas. Um código protegido derivado do e-mail evita apoios duplicados. A página pública mostra somente o total de apoios.

Os dados do apoio serão utilizados para esta campanha, sua entrega institucional e prestação de contas. Se você marcar a autorização opcional, seu endereço de e-mail também será guardado, junto com a data e o texto da autorização, para a INDICA enviar contatos e materiais desta e de outras campanhas. Essa escolha não é necessária para assinar o abaixo-assinado e não é feita automaticamente.

Você pode cancelar a autorização de contato ou solicitar acesso, correção e exclusão dos dados pelo e-mail da INDICA informado acima. O botão de retirada, no mesmo navegador em que assinou, exclui o apoio e a autorização de contato associada. O recibo de retirada é salvo apenas no seu navegador. Por segurança, tentativas excessivas podem ser temporariamente limitadas.

03 / DÚVIDAS QUE IMPORTAMINFORMAÇÃO PARA FAZER ESCOLHAS.

Baterias e recarga.
Entenda os impactos.

Uma mudança desse tamanho levanta perguntas. Aqui estão algumas respostas para entender os benefícios e os limites dos elétricos.

01A bateria anula o benefício ambiental?−

Produzir a bateria gera emissões. Para saber o resultado ambiental do veículo, entram também a eletricidade usada e os quilômetros rodados.

Uma análise do ICCT estimou que, no Brasil, carros 100% elétricos têm cerca de um terço das emissões de gases de efeito estufa dos carros flex, no cenário de modelos de 2023. O cálculo inclui produção do veículo e da bateria, energia e manutenção. O resultado varia conforme o modelo e as premissas.

Estudo do ICCT · 2023 ↗
02Onde eu vou recarregar?+

Em casa, quando há uma instalação adequada, no trabalho ou em pontos públicos e semipúblicos. A rede está crescendo, mas a distribuição dos carregadores ainda é desigual.

Antes de escolher um veículo, vale verificar os pontos disponíveis nos trajetos, os preços, os conectores e o tempo de recarga. Ter uma rede nacional não significa ter um carregador perto de você.

Panorama da rede brasileira · ABVE/Tupi ↗
03Elétrico e híbrido são a mesma coisa?+

O carro 100% elétrico usa uma bateria para alimentar o motor e não queima combustível para se mover. O híbrido combina um sistema elétrico com um motor a combustão.

No híbrido plug-in, a bateria também pode ser recarregada na tomada. O resultado ambiental depende de quanto ele roda no modo elétrico e de quanto usa combustível.

Entenda as diferenças · ICCT ↗
04Todo mundo vai economizar igual?+

Não. O custo depende da tarifa da recarga, do consumo do veículo e da distância percorrida. O preço de compra, o financiamento, o seguro, a manutenção e a depreciação também importam.

A calculadora desta página compara apenas o custo da energia para rodar. Ela ajuda a explorar cenários; não substitui a avaliação do custo total do veículo.

Faça a sua comparação ↑
05Por que dizem que o elétrico polui mais?+

Uma pesquisa brasileira de FGVces e FEM/Unicamp, divulgada no âmbito do programa Mover, avaliou principalmente as emissões da produção de veículos. Esse recorte é chamado “do berço ao portão”: da extração das matérias-primas até a saída da fábrica.

A fabricação da bateria pode fazer o elétrico começar com mais emissões. Mas isso, sozinho, não permite concluir qual veículo emite menos durante toda a vida.

O relatório técnico também inclui um anexo exploratório sobre a fase de uso. No caso abaixo, a comparação muda à medida que os carros rodam. Selecione uma distância para ver os dados desse próprio relatório.

CASO EXPLORATÓRIO · SUVEMISSÕES ACUMULADAS · TONELADAS DE CO₂ EQUIVALENTE
SUV flex5,4 tCO₂e
SUV 100% elétrico12,5 tCO₂e
SÓ A FABRICAÇÃO

Na fabricação, o elétrico deste caso emite mais.

A produção da bateria está incluída. Os carros ainda não começaram a rodar.

Como ler estes números: Tabela A.5, relatório técnico, p. 105. Flex com 36% de etanol hidratado e 64% de gasolina C. O caso inclui fabricação e uso, mas exclui manutenção, substituição de bateria e fim de vida. As conclusões valem para as premissas deste caso.

Conferir a tabela original e suas premissas ↗
Sobre a pesquisa e seus recursos+

FGVces e FEM/Unicamp executaram a pesquisa. A Fundep foi contratante e financiadora; AEA e Anfavea participaram como parceiras e no comitê consultivo. Os autores alertam contra conclusões baseadas em etapas isoladas.

O aporte divulgado foi de aproximadamente R$ 6,5 milhões, no âmbito do Rota 2030, sucedido pelo Mover. O arranjo envolve contribuições empresariais vinculadas a benefícios fiscais. A documentação consultada não comprova repasse direto do Tesouro a este projeto.

06Trocar o motor resolve toda a mobilidade?+

A eletrificação reduz impactos de uma parte do transporte. Cidades melhores também precisam de ônibus de qualidade, deslocamentos a pé e de bicicleta e planejamento urbano.

Por isso, a campanha defende ampliar o acesso aos elétricos junto com a eletrificação do transporte coletivo e das frotas, a produção responsável e a gestão das baterias.

Para aprofundar: IEA · Global EV Outlook ↗
CARTILHA DE INFORMAÇÕESPARA LER, COMPARTILHAR E CONSULTAR.
GUIA COMPLETO · EM PORTUGUÊS

Entender para
participar.

Quem influencia as regras da eletrificação? Uma cartilha sobre lobby, dinheiro público, tributos e evidências ambientais, com informações práticas para cobrar uma transição que beneficie a população.

Baixar a cartilha em PDF ↓

14 capítulos e 40 fontes para sustentar a cobrança.

  • Lobby automotivo, tarifas e contrapartidas públicas.
  • Pesquisa FGV/Unicamp: financiamento, recorte e fase de uso.
  • Imposto Seletivo, baterias, mineração e ciclo de vida.
  • Bolso, trabalho, recarga, acesso e mobilização.

Os números vêm acompanhados do ano, da fonte e das condições de comparação. O simulador e os exemplos ajudam a fazer perguntas melhores sobre a própria realidade.

04 / LEVAR A CONVERSA ADIANTEPRÓXIMAS AÇÕES DA CAMPANHA.
MINIDOCUMENTÁRIO · EM PREPARAÇÃO

Quem dirige ajuda a contar essa história.

Um filme de cerca de 20 minutos vai reunir experiências de motoristas e entrevistas com especialistas: o que muda no trabalho, como funciona a recarga e quais desafios permanecem. O lançamento será divulgado após a produção.

PARA CRIADORES · EDITAL EM PREPARAÇÃO

Mais vozes para ampliar o debate.

A campanha prevê uma chamada para propostas de comunicação e mobilização sobre eletrificação. Criadores, comunicadores, agências e coletivos poderão usar esta base de informações. Regras e calendário serão divulgados quando o edital estiver definido.

Conheça a base de informações ↗
#ELETRIFICAÇÃOJÁ

O interesse público
precisa entrar
nessa disputa.

A indústria já apresenta suas demandas. Vamos cobrar do governo e do Congresso regras que ampliem o acesso, reduzam emissões e tornem transparentes os benefícios concedidos ao setor.

FONTES ABERTAS, CONVERSA MELHOR.

Informação
com fonte.

Consulte os estudos e os dados usados nesta página. As prioridades da campanha são propostas; as estimativas do simulador dependem dos valores que você informa.

  1. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDEPoluição do ar e seus impactos na saúde ↗
  2. EPE · 2026 / ANO-BASE 2025Anuário de Energia Elétrica: fontes renováveis ↗
  3. ICCT · 2023Emissões no ciclo de vida de carros de passeio no Brasil ↗
  4. ABVE / TUPI · SETEMBRO DE 2026Pontos de recarga públicos e semipúblicos ↗
  5. ICCT · 2024Híbridos plug-in, biocombustíveis e uso real ↗
  6. MINISTÉRIO DA FAZENDAReforma tributária e legislação ↗
  7. AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA · 2025Global EV Outlook ↗
  8. FGVCES / FEM-UNICAMP · 2026Relatório técnico: tabela A.5 e estudo de caso de rodagem ↗
  9. FGVCES / FEM-UNICAMP · JUNHO DE 2026Relatório final: autoria, recursos e escopo ↗
  10. FUNDEP / MOVER · 2026Pegada de carbono: o recorte “do berço ao portão” ↗
  11. CÂMARA DOS DEPUTADOS · 24/06/2024Audiência do Imposto Seletivo: MDIC e Anfavea ↗
  12. MDIC · GECEXTarifas de importação e pleito da Anfavea ↗
  13. LEI COMPLEMENTAR 214 · TEXTO ATUALIZADOImposto Seletivo: critérios do artigo 419 ↗